Caminhar
ainda é a melhor maneira de conhecer lugares. Além
de fazer bem à saúde, também é bom para
o bolso. Quando cansar, basta pegar um ônibus ou metrô,
meios de transporte muito eficientes na Europa e nos Estados Unidos.
Táxi, só em poucos casos: uma corrida do Quartier
Latin ao bairro futurista La Defense, em Paris, custa US$11. Pegando
o metrô, você economiza US$10. E chega primeiro.
Em
viagens mais longas, o avião é quase imbatível.
Em geral, é mais barato fazer um roteiro pela Europa ou pelos
Estados Unidos só de avião do que alternando-o com
trem e ônibus. Explica-se: como o que conta é a milhagem
total, escalas nas cidades que ficam no meio do caminho podem não
custar nada, ou muito pouco. Trens, ônibus e, principalmente,
carro alugado, só valem a pena quando se quer aventurar mais
pelo interior dos países.
Se você vai para vários lugares, principalmente na
Europa, compre tudo num bilhete só - e ainda no Brasil. Assim,
os trechos internos saem quase de graça. A diferença
pode chegar a US$1000 numa viagem mais longa.
Devolva o carro com tanque cheio, para não pagar a tabela
de combustíveis da locadora, sempre mais cara que a dos postos.
Algumas
locadoras de veículos ou mesmo alguns países podem
exigir uma carteira internacional de motorista - apesar de a nossa
carteira ou carta (sabemos lá onde você mora) de habilitação,
emitida pelo Detran, ser normalmente aceitasem maiores problemas,
sempre apresentada com seu passaporte. Esta carteira é emitida
somente numa loja Touring.
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